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A Política somos nós

A Política somos nós

03.06.22

100 dias do século XXI onde a barbárie se instalou na Europa e onde mais uma vez os europeus se confrontam com a insanidade da guerra. O realismo impede-nos de a considerar imprevisível, mas a emoção fá-la parecer impensável. 

Na Ucrânia os jardins transformaram-se em cemitérios e a coragem de um povo ascendeu a heroísmo. Gente que se recusa a abandonar as suas cidades e estoicamente permanece nos escombros daquilo que um dia foram as suas casas. É a manifestação suprema de quem tudo perdeu, mas que se recusa a entregar a sua dignidade. 

Milhares de palavas foram ditas e escritas, mas nada consegue retratar a abominável realidade da guerra. Nos campos e cidades da Ucrânia ficam os corpos das vítimas e no livro do velho continente fica uma nova e terrível história.  

Com a exceção de algumas mentes perturbadas, é unânime a convicção de que neste conflito existe um claro agressor e um agredido. A Federação Russa violando todas as regras do direito internacional, invadiu e compulsivamente tem vindo a destruir um estado soberano. A Ucrânia, com toda a legitimidade, tem resistido e recusa a alienação do seu território e da sua soberania.  

A derrota da Federação Russa, começou no dia 24 de Fevereiro de 2022. A vitória da Ucrânia é incontornável, apenas é incerta no calendário.  

Tal como o nazismo hitleriano e o bolchevismo estalinista foram eliminados, o fascismo revanchista de Putin, será derrotado.

03.06.22

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Os defensores do pensamento contraditório, leia-se marxistas leninistas decadentes, tiveram hoje oportunidade de exultar quando a SIC notícias no jornal das 19.00 apresentou de novo numa entrevista, 00Z Guerreiro, o fantoche tuga adorador do Kremlin. 

Nem vale a pena referir o discurso do indivíduo porque as palavras para o depreciar seriam sempre escassas e insuficientes.  

Aqueles que tanto criticam as sociedades democráticas e ocidentais, e que inexplicavelmente, ou não, continuam nelas a residir, devem sentir-se privilegiados por poderem desfrutar do direito democrático à livre opinião. Mesmo quando essa opinião espelha a cumplicidade com o crime e com o terrorismo. 

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